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Arte santeira do Piauí terá exposição no Rio de Janeiro
16/06/2010 08:16
por Antônio de Pádua
Foto: André Leão
Exposição de Arte Santeira
Exposição de Arte Santeira

Pela segunda vez este ano, o Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular (CNFCP) realiza exposição do artesanato piauiense, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. A primeira teve como destaque as joias em opala, as redes e a cerâmica de Pedro II. A próxima exposição, com inauguração marcada para o dia 19 de agosto, será sobre arte santeira e arte sertaneja.

A Superintendência Estadual do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) está contatando com os santeiros de Teresina e de vários municípios no sentido de que apresentem os seus trabalhos para o evento.

De acordo com a chefe da Divisão Técnica do Iphan, Claudiana Cruz dos Anjos, a arte santeira piauiense foi reconhecida como patrimônio nacional após uma ampla pesquisa que resultou num Manual de Aplicação, que se constitui em ferramenta teórico-metodológica do INRC (Inventário Nacional de Referências Culturais para identificação, documentação e registro da Arte Santeira do Piauí) na categoria ofício e modos de fazer.

O INRC é considerado pelo Iphan um instrumento indispensável no processo de identificação de bens culturais, ferramenta que possibilita a preservação e salvaguarda de bens culturais de natureza material e imaterial.

São 45 santeiros catalogados no manual denominado “Senhores de seu ofício: arte santeira do Piauí”. São eles: André, Mestre Dezinho (in memoriam), Adriano, Assunção, Barradas, Dias, Edinaldo, Edy, Costinha, Hernandes, Ribamar, Josafá, Josias, José Luiz, Josielton, Laércio, Júnior, Dico, Léo, Dim, Cornélio, Jeovah, Mestre Expedito, Paquinha, Pascoal, Kim e Rondinelli (Teresina), Antonia Félix (Amarante), Ibiapina (Campo Maior), Nanico e Frias (Floriano), Joãoliveira, Erimar e Verim (José de Freitas), Antonio Carlos, Mestre Ribeiro, Danilo e Guilherme, Juca Lima, Mestre Ageu, Reis e Toinho (Parnaíba), Mestre Araújo, Natanael e Verônica (Pedro II).

Cada santeiro poderá apresentar de 10 a 20 trabalhos, o que poderá reunir mais de 400 peças, cujo reconhecimento tornou-se possível com a promulgação, em 2000, do Decreto 3.551, que institui o Registro de Bens Culturais de Natureza Imaterial, que constituem o patrimônio brasileiro e criou o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial.



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